O maior alucinógeno que existe é a carência! Ela te faz ver qualidades onde não existem! às vezes, queremos tanto que seja amor que não enxergamos que é só teimosia!
A carência afetiva pode ser mais ou menos intensa e pode durar um período curto ou longo. O que ocorre na maior parte das vezes é que acreditamos que esse “suprimento afetivo” só pode ocorrer se estivermos com um parceiro/a, como se isso fosse garantia de plenitude afetiva.
Não é, e pelo contrário, muitas vezes é apenas um convite para relações abusivas ou desgastantes.
Nos vemos envolvidos com pessoas difíceis, insensíveis, desrespeitosas, com uma personalidade muito distante daquilo que pretendíamos ter ao nosso lado.
E por medo da solidão, na ilusão de que estando com alguém estamos a salvo da carência, não nos damos conta de que continuamos nos esvaziando de afetos.
Os pares que escolhemos para partilhar a vida estarão muito mais próximos de nos satisfazer afetivamente quando somos movidos pelo desejo, e não pela necessidade de suprir nossas carências.
É muito importante reconhecer-se em você mesmo, para assim reconhecer o tanto de afeto que o cerca. E antes de sair desenfreadamente buscando do lado de fora preencher os vazios “de dentro”, faça por você mesmo o que gostaria que alguém fizesse.
Partindo da ideia de que cada um determina o que é saudável ou não, não pretendo aqui descrever o que seria uma relação abusiva. Mas, de antemão, gostaria de frisar:
ATENTE-SE AOS SEUS PRÓPRIOS LIMITES.
Pergunte-se como você deseja ser tratada.
É uma pergunta fácil e muitas vezes encontramos ali, naquele velho “ponto cego”, um monte de comportamentos abusivos, fantasiados de amor.
Com isso não quero dizer que a sua relação está fadada ao fim: desde que você não seja vítima de nenhuma forma de violência psicológica, física ou sexual, o diálogo é o primeiro caminho.
Recupere a sua autonomia (que não deve ser abandonada nunca) e pontue quais são os seus limites.
Muitas vezes, a pessoa nem sabe que tal comportamento é abusivo.
Costumo dizer que isto torna-se um problema mais grave quando, mesmo depois de conversado, os comportamentos se repetem.
Recupere a sua autonomia (que não deve ser abandonada nunca) e pontue quais são os seus limites. Procure desenvolver o amor-próprio porque é ele que vai te curar da carência afetiva.
Se você está sentindo que a carência está atrapalhando os relacionamentos afetivos, procure ajuda de um profissional, envie uma mensagem para o direct @rhamuche, eu sei que posso te ajudar a superar a carência e a dependência afetiva, para que você comece a viver com autonomia.
*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar. *Foto divulgação da retratista: Stefania Dimitra
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