É preciso que tu entendas que o que eu chamo de amor é a anestesia que percorre minhas dores a cada vez que elas encontram descanso no teu peito.
O que eu chamo de amor é o desejo constante de que toda beleza que eu for capaz de encontrar nesse mundo tenha teu par de olhos castanhos como testemunha.
O que eu chamo de amor é o cuidado espontâneo com as tuas feridas; é quando, por ser capaz de sentir no meu próprio peito aquilo que machuca o teu, empresto o que em mim for esperança, para, de mãos dadas, driblarmos a dureza dos caminhos.
O que eu chamo de amor é a saudade que minha pele grita da tua quando tudo que a abraça é a distância; é urgência pelo único beijo que sacia, pois tem gosto de lar.
O que chamo de amor é a coragem extra para enfrentar meus monstros que advém da certeza de que, ao final do dia, sonharemos sob a mesma cama.
O que eu espero do amor é reciprocidade.
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