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Por que só valorizamos as pessoas depois que perdemos?

Ninguém gosta de despedidas, certo?
Conheço um cara que gosta delas, provocava elas e a gente sempre discutia sobre isso.
Depois de muito pensar sobre o lado bom e ruim das despedidas meu pensamento mudou, e eu concordei com ele

É preciso se despedir das pessoas pelo mesmo motivo que é preciso voltar à elas:
É preciso ficar longe um tempo.
É preciso ter um espaço.
É preciso haver alguma distância.
É preciso ter vida própria, com seus próprios hobbies e sua própria rotina
É preciso fazer aquela saudade que é chatinha mas que sabemos que mataremos.
Mas principalmente… é preciso fazer sua ausência ser sentida.

Mas despedidas são terríveis, né?
É saudade antecipada, ansiedade.
É vazio de ver de longe o que se quer abraçar de perto.
E por isso que apesar de ser algo ruim, acaba sendo algo bom.

Porque às vezes precisamos de sentimentos ruins pra saber valorizar os sentimentos bons.
Temos que ver de longe pra querer ver de perto.
Nunca damos valor ao que temos a nossa disposição o tempo todo.
Nós somos extremamente tolos.

Isso é algo que me irrita, e eu sou uma pessoa extremamente calma e sempre bem humorada (segundo fontes não confiáveis).

Mas… por quê só damos valor pra algo depois que perdemos?

E isso é recorrente.
Já deve ter acontecido com você e certamente você conhece alguém que já passou por isso.
Existem a tendência de só valorizar algo depois que se perde, ou que está longe.
E por mais que vejamos isso acontecer repetidas vezes com outros, ainda deixamos acontecer conosco.
Sim, somos tolos! E nunca parecemos aprender a lição.

Já tive pessoas que depois de muito tempo afastadas se reaproximaram.
Outras que continuam afastadas, mas vejo quererem entrar de novo na minha vida.
Sejam bem vindos todos… Mas limpem o pé no tapete, não bagunça minha cama e… tá, pode abrir a geladeira.

Por isso que em cada conversa, confidência, piada, risada, abraço, beijo, sexo… de cada companhia eu tento tiro o melhor da pessoa e tento dar o máximo de mim.
Tento me doar o máximo em cada momento.
Realmente viver o hoje.
Viver agora!

Porque amanhã você pode não estar mais aqui.
E eu posso não estar mais aqui.
E aí pode ser tarde demais pra valorizar o que você não tem.
E talvez nunca mais tenha.
Valorize hoje.

Hudson baroni

Tem 28 anos e quando for pai será o mais babão do mundo. Diferente da maioria, adora falar em público. Escreve um livro há 5 anos, não quer ser mais um “escritor de coisas melosas”, e escreve aqui sobre relacionamentos como se estivesse dando conselho para amigos, porque está.

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